Começou no código em 2014, com um curso técnico, e desde então foi escrevendo sua própria stack de experiências — passando por freelas, agências, bancos digitais e até pelos bastidores de sites de conteúdo adulto (porque bug não escolhe nicho). Formado em Análise de Sistemas, já navegou por linguagens como PHP, Laravel, TypeScript, JavaScript, C++, e até Clojure — essa última só pra provar que gosta de desafios diferentes. Hoje, é professor na Etec JK (Diadema), engenheiro de software no PagBank, consultor de banco de dados e também escritor, contemplado pela Lei de Fomento à Cultura PNAB. Apaixonado por cinema e literatura, Léo leva para a tecnologia a mesma visão que tem para a vida: diversidade de experiências não é distração — é combustível. Na CONFLOSS, ele compartilha sua jornada para mostrar que tecnologia livre combina com repertório amplo, cabeça aberta e uma boa história pra contar.
Anderson Burnes
Burnes é daqueles que misturam código, café e punk rock com a mesma energia. Doutorando em Informática pela UFPR, mestre pela UTFPR e especialista em Comércio Eletrônico pelo Cesumar, ele não gosta de ficar só na teoria — mas, já que está nela, que seja até o fim.
Desenvolvedor de software há pelo menos 20 anos (ele parou de contar pra não se assustar), trabalha como engenheiro de software na Uniti TI desde 2011. No teclado, suas ferramentas favoritas são PHP, HTML e CSS. Também se aventura com JavaScript, Bootstrap e PWAs — o suficiente para não ser pego de surpresa.
Desde 2018, Burnes é coordenador e palestrante da trilha de Web/Front-end no TheDevConf, onde não ensina só código: compartilha histórias e atalhos que o Google não conta. Além disso, é professor e coordenador de bootcamp no Grupo Integrado, e professor e coordenador de pós-graduação na UniALFA. Tudo isso sem deixar de lado a torcida para que seus alunos virem profissionais melhores do que ele.
Nas horas vagas (se é que existem), a trilha sonora é punk rock, acompanhada de café forte, churrasco no ponto e generosas porções de bacon. Sim, a gordura é sabor — e o código, também.