Com Heitor Faria, Márcio Junior Vieira e e Julio Neves
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The Tahopen Project – Universal Business Intelligence Platform
Quando o Pentaho fechou a janela, o Tahopen escancarou a porta. Nesta palestra, vamos conhecer essa plataforma de Business Intelligence open-source, nascida como fork do Pentaho 10.1, em resposta à sua migração para a Business Source License. O Tahopen preserva o que havia de melhor no BI clássico e adiciona uma pitada de liberdade: mais flexível, mais acessível, mais nosso. Vamos mergulhar nas funcionalidades, na filosofia por trás do projeto e entender por que o Tahopen se apresenta como uma alternativa universal — sem amarras nem mensalidades — para quem precisa transformar dados em decisões. E, claro, quem quiser chegar junto, contribuir, opinar ou codar, será muito bem-vindo.
O que vamos abordar:
- O que é o Tahopen: uma plataforma de Business Intelligence de código aberto
- De onde veio: fork do Pentaho 10.1 após sua mudança de licença
- Pra que veio: manter a essência do BI com liberdade e flexibilidade
- O que faz: dashboards, relatórios, integração de fontes e exploração de dados
- Por que importa: alternativa colaborativa, escalável e sem barreiras para análise de dados
- Como participar: contribuições com código, ideias ou testes são bem-vindas — aqui, todo mundo é stakeholder
Enriquecendo dados de monitoramento com Zabbix, Wazuh e SOAR
Monitorar já não basta. É preciso entender, correlacionar e — se der tempo — agir. Nesta palestra em formato workshop, vamos mostrar como transformar eventos de segurança e dados de infraestrutura em algo que realmente faça sentido (e diferença) para as equipes.
A receita?
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Zabbix para infraestrutura,
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Wazuh para segurança,
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Shuffle para orquestração,
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GLPI para organizar a bagunça,
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E um tempero generoso de Inteligência Artificial (tanto das nativas, com Machine Learning, quanto das generativas, para dar aquele toque de “insight”).
O objetivo é simples: enriquecer os dados antes de entupir as equipes com tickets sem contexto. Porque ticket sem contexto é como sirene sem motivo: só serve para irritar.
Os tópicos que vamos cobrir:
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Zabbix e Wazuh — um casamento de conveniência entre infra e segurança;
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SIEM, XDR e SOAR — o alfabeto completo da defesa cibernética;
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Generative AI e Machine Learning — não é mágica, mas ajuda a parecer;
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GLPI — onde tudo se transforma em tickets compreensíveis e acionáveis;
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Integração e automação com Shuffle — a mão invisível que conecta tudo.
Ao final, você verá como uma stack 100% open source pode atender demandas executivas com tecnologia de ponta — e, melhor ainda, sem depender de soluções que custam mais do que protegem.
Porque segurança não é só reagir: é orquestrar, enriquecer e, de preferência, automatizar.
IA com PHP – Executando modelos pré-treinados com TransformersPHP
Inteligência Artificial virou moda. Está em todo lugar: nos apps, nas redes sociais e até naquele relatório que você jura que escreveu sozinho. Mas e se eu te dissesse que você pode fazer tudo isso — resumo de texto, tradução, análise de sentimento, reconhecimento de fala — sem depender de API paga, sem SaaS milagroso e, pasme, usando PHP?
Nesta palestra, vamos explorar o TransformersPHP, uma ferramenta que permite executar modelos pré-treinados diretamente na sua aplicação, sem sair do servidor, sem estourar o orçamento e sem perder o sono.
Aqui, IA deixa de ser território exclusivo de data scientists com PhD e passa a ser mais uma skill na caixa de ferramentas do desenvolvedor pragmático.
Os temas que vamos destrinchar:
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Inteligência Artificial — para além do hype, com um pé na prática;
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PHP — sim, ele ainda está aqui e pronto para brincar com NLP, visão computacional e até áudio.
Se você achou que IA era só para quem tem GPU de fazenda de mineração, esta palestra vai te mostrar que não precisa de tanto. Às vezes, basta um bom código, um pouco de curiosidade — e PHP, claro.
Porque no fim das contas, inteligência não precisa ser artificial para ser aplicada.
Você não precisa ser fluente, precisa ser relevante
Fluência é importante, mas não é passaporte. O que abre portas (e contas em moeda forte) é saber resolver problemas — com clareza, agilidade e impacto. Nesta palestra, vamos desmontar o mito da fluência como obstáculo e entender por que muitos profissionais, mesmo longe do inglês perfeito, estão conquistando vagas e contratos em dólar, euro e libra. Não é sobre falar como nativo, é sobre entregar como profissional.
Tópicos abordados:
- Como sair do ciclo “estuda inglês → espera fluência → nunca aplica”
- Técnicas para se comunicar com segurança mesmo com inglês intermediário
- Casos reais de brasileiros contratados com inglês funcional
- Como provar sua relevância sem depender do idioma
- O papel da reputação, portfólio e networking como catalisadores globais
Performance de banco de dados: a magia dos índices
Imagine um banco de dados como uma imensa enciclopédia. Toda vez que alguém faz uma consulta, é como se abrisse o livro e começasse a folhear página por página, procurando a resposta. Agora, imagine que você pode colocar um índice — sim, como nos bons e velhos livros — e fazer com que essa busca seja direta, sem rodeios. É aí que a mágica acontece.
Nesta palestra, vamos falar de performance em bancos de dados — mas sem a ilusão de que existe almoço grátis. Índices são poderosos, mas mal utilizados podem transformar uma solução em um belo problema.
O conteúdo é inspirado em experiências reais (incluindo um artigo de sucesso no Medium) e em boas leituras, como a documentação oficial do MySQL, o livro High Performance MySQL e o indispensável Decifrando Arquiteturas de Dados.
Vamos percorrer juntos:
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Contexto e identificação de problemas — porque não existe otimização sem diagnóstico;
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Cenário de teste e implementação de índices — a prática antes da teoria aplicada no caos;
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Hora do deploy: o impacto da indexação — é aqui que a mágica vira resultado (ou não);
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Dicas e reflexões: o que fazer e o que evitar — porque nem todo índice é um bom índice;
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Modelagem de dados — a arte de organizar antes de acelerar;
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Arquitetura de dados e referências — para quem quer ir além da gambiarra.
Se você já sofreu com consultas lentas ou acha que performance é só “jogar hardware em cima”, esta palestra é o choque de realidade — com soluções práticas — que você estava precisando.
Porque banco de dados bom não é o que armazena muito. É o que encontra rápido.
A importância da cultura de testes para devs e non devs
Testes. Só de ouvir a palavra, muita gente já imagina horas perdidas, planilhas infinitas ou aquele famoso “atraso nas entregas”. E, claro, sempre tem quem diga: “isso aí é coisa de dev, não me diz respeito”.
Pois bem. Nesta palestra, a proposta é inverter esse jogo. Vamos falar da cultura de testes como ela realmente é: uma forma de trabalhar melhor, errar menos e — pasme — ganhar tempo no longo prazo. Sim, até para quem nunca escreveu uma linha de código.
A ideia é desmistificar três crenças populares:
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Testes são caros (spoiler: caro é consertar depois).
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Testes atrasam projetos (spoiler: não fazer teste atrasa mais).
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Testes são só para devs (spoiler: qualidade é dever de todos).
Ao longo do papo, vamos explorar:
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Cultura de testes — como criar um ambiente onde testar não é burocracia, mas hábito;
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Mitos — aquilo que todo mundo repete, mas ninguém checa (irônico, não?);
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Como implantar — porque de boas intenções o backlog está cheio.
No fim das contas, testar é menos sobre tecnologia e mais sobre responsabilidade. E, como diria aquele chefe cético: “ou a gente testa, ou o cliente vai testar por nós”.
Adivinha quem paga a conta?
Hardware Hacking — Porque Nem Só de Software Vive a Insegurança da IoT
Comandar lâmpadas pelo celular? Abrir portão com a voz? Monitorar a fábrica do outro lado do mundo? A Internet das Coisas (IoT) nos trouxe tudo isso — e, de brinde, trouxe também uma nova coleção de vulnerabilidades.
Nesta palestra, vamos falar do lado menos glamouroso (e mais realista) da IoT: a segurança dos dispositivos. Porque nem só de senhas fracas vive o perigo — às vezes, o problema está no próprio hardware.
O papo vai passar por:
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O panorama da IoT — do aspirador de pó à indústria 4.0 (todos conectados, nem todos seguros);
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O que é Hardware Hacking — e por que você deveria se importar antes de virar alvo;
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Dispositivos físicos usados em ataques — sim, existem ferramentas próprias para “abrir” o que era pra estar fechado;
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Dicas para analisar (e defender) seu sistema IoT — o básico que ninguém deveria ignorar;
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Tópicos essenciais para entender a camada física — porque segurança de verdade começa antes do login.
Se você achava que a maior ameaça da IoT era ficar sem internet, esta palestra é um convite para rever conceitos.
Porque quando tudo está conectado, o elo mais fraco vira entrada principal.
Apache Zeppelin: O Laboratório Open Source para Cientistas de Dados
Se antigamente cientista trabalhava em laboratório com jaleco e pipeta, hoje ele abre um notebook — e não estou falando do de capa prateada. Nesta palestra, vamos explorar o Apache Zeppelin, uma ferramenta open-source que faz da análise de dados uma experiência interativa, colaborativa e (pasmem) prazerosa.
O Zeppelin não é só mais um caderno digital: é um laboratório completo onde se mistura Python, R, SQL, Scala e até café, se for preciso, para transformar números em insights. Ideal para quem quer visualizar dados em tempo real, documentar análises sem planilhas tristes e, melhor ainda, compartilhar descobertas sem precisar de um PowerPoint para cada reunião.
O que vamos abordar:
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Conceitos gerais do Apache Zeppelin — sem rodeios, direto ao que importa;
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Principais Interpreters — porque cada linguagem tem seu charme (e seu caso de uso);
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Demonstração prática — exemplos reais de análise de dados, porque teoria sem prática é só palestra bonita.
Além disso, veremos como o Zeppelin se integra com gigantes como Spark e Hadoop, mostrando que open-source também joga no time das ligas grandes.
Se você procura um laboratório digital para experimentação e análise de dados que respeite sua liberdade e sua inteligência, o Zeppelin é a sua bancada.
Porque ciência de dados não precisa ser feita às escuras. E, de preferência, sem licença proprietária pendurada no pescoço.
Não Faça Esso com o Shell
Isso é um dado estatístico: 90% dos admins brasileiros acham que podem administrar seus sistemas empurrando o mouse. Quando percebem que não dá — porque o mouse não sabe fazer quase nada —, correm para a internet em busca de uma solução em Shell, o que pode ser muito perigoso.
Diga-me: de que adianta investir uma fortuna em segurança, se o profissional coloca no computador um código que nem sabe se está certo?
Pois é. Essa prática, além de arriscada, é um prato cheio para gerar códigos lentos, ineficientes e com grande chance de erro. E não se esqueça: o código copiado provavelmente (e estatisticamente) foi escrito por outro “admin Nutella” que também não entende nada de Shell.
A finalidade desta palestra é mostrar os principais vícios na programação em Shell, como evitá-los, e sempre comparar o tempo de execução entre o jeito que se vê por aí na internet e a forma correta de usar cada recurso. Se você assistir, verá que muita coisa do que você faz pode ser bastante otimizada. Ela não vai te transformar num “admin raiz” — mas, pelo menos, num pouco menos “Nutella”.