Palestras ConFLOSS 2025
📅 22 e 23 de agosto (sexta e sábado) — das 9h às 18h
A ConFLOSS 2025 será um mergulho intenso no mundo do open source: 27 palestras, 2 keynotes e 1 painel ao vivo, com gente que não veio só exibir slides bonitos — mas compartilhar ideias, provocar reflexões e, vez ou outra, cutucar o senso comum com um echo "ué?".
Linux, DevOps, segurança, bancos de dados, containers, inteligência artificial, acessibilidade, carreira, boas práticas e más experiências que viraram grandes aprendizados. Sim, haverá muito código. Mas também haverá contexto. Porque ser profissional de tecnologia hoje é muito mais do que saber executar um comando — é saber por que ele importa.
E para quem pensa que palestra online é sinônimo de “deixar rolando enquanto responde e-mail”, fica o recado: aqui é tudo ao vivo, com interação, troca e provocação em tempo real.
Nada de monólogo de palco vazio: cada palestrante traz seu repertório, seu bug de estimação e seu pull request filosófico.
Se você quer atualizar o repertório, repensar sua prática ou simplesmente ouvir gente boa falando de tecnologia com clareza e propósito — a ConFLOSS é o seu lugar.
✅ Confira a PROGRAMAÇÃO COMPLETA com os dias e horários de cada atividade (as mesmas que estão abaixo devidamente detalhadas com seus respectivos palestrantes
#DEV
Não Faça Esso com o Shell
Isso é um dado estatístico: 90% dos admins brasileiros acham que podem administrar seus sistemas empurrando o mouse. Quando percebem que não dá — porque o mouse não sabe fazer quase nada —, correm para a internet em busca de uma solução em Shell, o que pode ser muito perigoso.
Diga-me: de que adianta investir uma fortuna em segurança, se o profissional coloca no computador um código que nem sabe se está certo?
Pois é. Essa prática, além de arriscada, é um prato cheio para gerar códigos lentos, ineficientes e com grande chance de erro. E não se esqueça: o código copiado provavelmente (e estatisticamente) foi escrito por outro “admin Nutella” que também não entende nada de Shell.
A finalidade desta palestra é mostrar os principais vícios na programação em Shell, como evitá-los, e sempre comparar o tempo de execução entre o jeito que se vê por aí na internet e a forma correta de usar cada recurso. Se você assistir, verá que muita coisa do que você faz pode ser bastante otimizada. Ela não vai te transformar num “admin raiz” — mas, pelo menos, num pouco menos “Nutella”. 🙂

Júlio Cezar Neves
Julio Cezar Neves é do Rio de Janeiro — como o samba, o caos e a ginga para resolver problema com pouca verba e muita criatividade. Engenheiro de produção pela UFRJ, pós-graduado em informática pelo IBAM (que não é o Google, mas ensina a pensar) e analista de suporte de sistemas desde 1969. Sim, sessenta e nove. Muito antes da Internet aprender a engatinhar. Foi diretor de Informática do IplanRIO, que é o cérebro eletrônico da Prefeitura do Rio (e, às vezes, também seu marcapasso). Hoje, é professor universitário e Consultor da ONU — onde traduz informática para quem prefere planilha, mas sonha com soluções globais. Mas o que traz Julio à CONFLOSS é outra história: Unix desde 1980, quando o Brasil ainda fabricava computador com acento. Fez parte da equipe que criou o SOX, um Unix tupiniquim da Cobra Computadores. De lá pra cá, virou referência nacional em Shell Script e migração para Software Livre, com um portfólio de palestras que já cansou de cruzar o Atlântico. Não por acaso, é conhecido como o Papai do Shell no Brasil — título conquistado mais por insistência (e competência) do que por marketing. Publicou livros, artigos e até um “livro livre” na internet — porque cobrar por conhecimento, para ele, é um bug de sistema. Se você mexe com Linux e nunca ouviu falar em Julio Cezar Neves, talvez seja hora de rodar um man na sua memória.
#DEV
PHP, Python e o Nobre Esporte do Webscrapping
Quem nunca sonhou em dar um “copia e cola” automático na internet, que atire a primeira exceção. Nesta palestra, vamos mostrar como o webscrapping — essa arte de colher informações de sites sem sair da cadeira — pode ser feito de forma elegante (ou pelo menos funcional) com PHP e Python.
Nada de mágica: vamos direto ao ponto. O foco será em como automatizar a coleta de conteúdo em páginas HTML e, depois, fazer aquele carinho no texto com funções e métodos que deixam qualquer string em ponto de bala.
Para quem gosta de ver o código com os próprios olhos, os exemplos estão todos bonitinhos no GitHub: https://github.com/comparedprogramming/comparedprogramming. É open source — o que significa que você pode copiar, aprender e até achar que fez melhor.
E, como todo bom papo técnico precisa de uma trilha, seguem os tópicos que vão dar ritmo à apresentação:
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Webscrapping — ou como transformar páginas em fontes de dados (e não só de distração);
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Processamento de texto — porque dado bruto só serve pra assustar estagiário;
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PHP e Python: comparação das linguagens — aquele duelo amistoso entre o prático e o elegante;
-
PHP e Python: comparação de implementações — onde veremos que há muitas formas de chegar ao mesmo resultado, umas mais sofridas que outras.
No final, o público sairá sabendo o suficiente para automatizar tarefas, resolver pequenos problemas do dia a dia e, quem sabe, ter assunto para aquele café entre devs.
Porque copiar e colar é humano, mas automatizar é divino.
#ETC
Ascensão e queda do software livre no estado brasileiro
Esta palestra será o lançamento nacional do livro Ascensão e Queda do Software Livre no Estado Brasileiro, livro fruto de anos de pesquisa sobre as políticas de fomento ao software livre no governo federal. O livro aborda as causas da implantação dessas políticas contextualizando o mercado de software e busca explicar por que elas foram interrompidas – e se realmente o software livre morreu no governo federal. Na palestra serão apresentada uma visão geral do livro, com menções e leituras de alguns capítulos.
Tópicos
- O mercado de software e o software livre;
- O conceito de software livre estatal e seu nascimento;
- A ascensão no governo federal;
- O apogeu;
- A queda e a suposta morte;
- O legado do software livre no governo federal.

Flávio Lisboa
Daqueles que gostam de explicar o complicado — e de complicar o que parece simples, só pra depois explicar melhor. Doutor e mestre em Tecnologia e Sociedade pela UTFPR, ele também tem bacharelado em Ciência da Computação, especialização em Programação Orientada a Objetos e Tecnologia Java. Ou seja: aprendeu a falar fluentemente vários “dialetos” da tecnologia. No mundo do PHP, Flavio fala com sotaque de autoridade: é Zend PHP Certified Engineer, Zend Framework Certified Engineer e Zend Framework 2 Certified Architect. Não satisfeito em saber, resolveu escrever — e já publicou 9 livros sobre PHP com frameworks. Sim, nove. Porque oito seria pouco e dez já seria exibicionismo. Entre um parágrafo e outro, trabalha como analista no Serpro, onde ajuda a traduzir processos em código. Também ensina no Centro Paula Souza, onde decifra para alunos o que as máquinas só tentam explicar com erro 404. Na CONFLOSS, Flavio vem para mostrar que tecnologia não precisa ser tratada como segredo de alquimista — e que PHP, quando bem feito, é tão elegante quanto qualquer outra sopa de letrinhas.
#ROOT
Criando nosso próprio sistema de deployment do zero
Uma das melhores maneiras de se entender sobre como um determinado sistema funciona é criando o seu próprio! Veremos como criar um simples sistema de blue/green deployment usando Docker e GitHub Actions ao invés de utilizar serviços prontos para fazer a implantação de uma aplicação na cloud.
Durante a apresentação, vamos dar uma volta pelos seguintes tópicos:
- Docker
- Docker Compose
- Docker Registry
- CI/CD
- GitHub Actions
- Shell scripts
#DEV
Aplicando boas práticas no frontend
A grande maioria dos conteúdos que vemos sobre boas práticas existentes focam apenas no backend, mas é claro que é possível aplicá-los no front! Veremos como usar conceitos de código limpo, SOLID, Object Calisthenics e até mesmo Clean Architecture para termos códigos com menor acoplamento, maior isolamento de regras de negócio e mais fáceis de manter e testar.
Tópicos:
- SOLID
- Object Calisthenics
- Clean Architecture

Vinícius Campitelli
programa há mais de 20 anos, o que em tempo de tecnologia equivale a ter visto dinossauros digitais nascerem e sumirem (Flash, alguém?). Apaixonado por tecnologia, especialmente no mundo Web, já mergulhou em projetos de email marketing, automação de redes, e-commerce, cibersegurança e e-learning — este último a ponto de fundar sua própria startup (spoiler: sobreviveu). Mas Vinícius não se limita a codar: gosta mesmo é de falar sobre DevOps, arquitetura de sistemas, boas práticas de codificação e segurança da informação. Em resumo, ele se dedica a evitar que os erros do passado virem bugs do futuro.
#DEV
Flutter — Como Começar Sem Se Perder Nos Widgets
Se você sempre quis desenvolver aplicativos para celular, mas ficou na dúvida entre Android, iOS, ou simplesmente ficou na dúvida — esta palestra é para você.
Aqui, vamos falar do Flutter, essa ferramenta que promete (e entrega) o sonho antigo de programar uma vez só e rodar em tudo que pisca. A ideia é simples: um guia básico, direto ao ponto, para quem quer começar a construir seus próprios apps multiplataforma sem cair nas armadilhas dos tutoriais que começam em “olá mundo” e terminam em “socorro”.
Durante a apresentação, vamos dar uma volta pelos seguintes pontos:
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Linguagem Dart — o que é, pra que serve, e por que você vai acabar gostando dela;
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O Flutter — não é mágica, é engenharia (mas parece mágica);
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Funcionamento — como o Flutter faz seu código virar aplicativo e não só promessa;
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Widgets — pequenos blocos que vão ocupar boa parte da sua vida (e da tela);
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Elementos do Flutter — containers, textos, botões e outras belezas que fazem seu app ter cara de app.
No fim, a proposta é simples: você não vai sair daqui especialista, mas vai sair sabendo por onde começar sem medo (e sem dor).
Porque começar é difícil, mas ficar parado é pior.

Anderson Burnes
Daqueles que misturam código, café e punk rock com a mesma energia. Doutorando em Informática pela UFPR, mestre pela UTFPR e especialista em Comércio Eletrônico pelo Cesumar, ele não gosta de ficar só na teoria — mas, já que está nela, que seja até o fim. Desenvolvedor de software há pelo menos 20 anos (ele parou de contar pra não se assustar), trabalha como engenheiro de software na Uniti TI desde 2011. No teclado, suas ferramentas favoritas são PHP, HTML e CSS. Também se aventura com JavaScript, Bootstrap e PWAs — o suficiente para não ser pego de surpresa. Desde 2018, Burnes é coordenador e palestrante da trilha de Web/Front-end no TheDevConf, onde não ensina só código: compartilha histórias e atalhos que o Google não conta. Além disso, é professor e coordenador de bootcamp no Grupo Integrado, e professor e coordenador de pós-graduação na UniALFA. Tudo isso sem deixar de lado a torcida para que seus alunos virem profissionais melhores do que ele. Nas horas vagas (se é que existem), a trilha sonora é punk rock, acompanhada de café forte, churrasco no ponto e generosas porções de bacon. Sim, a gordura é sabor — e o código, também.
#DEV
Testes Não São Luxo — São Sobreviver no Código (e Fora Dele)
Testes. Só de ouvir a palavra, muita gente já imagina horas perdidas, planilhas infinitas ou aquele famoso “atraso nas entregas”. E, claro, sempre tem quem diga: “isso aí é coisa de dev, não me diz respeito”.
Pois bem. Nesta palestra, a proposta é inverter esse jogo. Vamos falar da cultura de testes como ela realmente é: uma forma de trabalhar melhor, errar menos e — pasme — ganhar tempo no longo prazo. Sim, até para quem nunca escreveu uma linha de código.
A ideia é desmistificar três crenças populares:
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Testes são caros (spoiler: caro é consertar depois).
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Testes atrasam projetos (spoiler: não fazer teste atrasa mais).
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Testes são só para devs (spoiler: qualidade é dever de todos).
Ao longo do papo, vamos explorar:
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Cultura de testes — como criar um ambiente onde testar não é burocracia, mas hábito;
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Mitos — aquilo que todo mundo repete, mas ninguém checa (irônico, não?);
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Como implantar — porque de boas intenções o backlog está cheio.
No fim das contas, testar é menos sobre tecnologia e mais sobre responsabilidade. E, como diria aquele chefe cético: “ou a gente testa, ou o cliente vai testar por nós”.
Adivinha quem paga a conta?

Diego Borges Ferreira
Graduando em Sistemas de Informação pela PUC Minas, mas já acumula mais de 14 anos de prática no que os livros chamam de “desenvolvimento” — ele prefere chamar de resolver pepino com elegância. Apaixonado por música, programação e automação, Diego vê semelhanças entre elas: todas exigem ritmo, harmonia e nenhuma paciência para ruído. Hoje, atua como Tech Manager na PicPay, onde rege squads como um maestro digital, garantindo que o som da entrega seja afinado (e no tempo certo). Também integra a organização do PHPMG, ajudando a manter a comunidade PHP mineira vibrante e bem ensaiada. Nos tempos livres, escreve sobre desenvolvimento e carreira para este blog de tecnologia — porque conhecimento, assim como boa música, foi feito para ser compartilhado. Na CONFLOSS, Diego vem provar que código bem escrito é como uma boa composição: simples, elegante e inesquecível.
#DEV
IA com PHP — Porque Nem Só de API Vive a Inteligência Artificial
Inteligência Artificial virou moda. Está em todo lugar: nos apps, nas redes sociais e até naquele relatório que você jura que escreveu sozinho. Mas e se eu te dissesse que você pode fazer tudo isso — resumo de texto, tradução, análise de sentimento, reconhecimento de fala — sem depender de API paga, sem SaaS milagroso e, pasme, usando PHP?
Nesta palestra, vamos explorar o TransformersPHP, uma ferramenta que permite executar modelos pré-treinados diretamente na sua aplicação, sem sair do servidor, sem estourar o orçamento e sem perder o sono.
Aqui, IA deixa de ser território exclusivo de data scientists com PhD e passa a ser mais uma skill na caixa de ferramentas do desenvolvedor pragmático.
Os temas que vamos destrinchar:
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Inteligência Artificial — para além do hype, com um pé na prática;
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PHP — sim, ele ainda está aqui e pronto para brincar com NLP, visão computacional e até áudio.
Se você achou que IA era só para quem tem GPU de fazenda de mineração, esta palestra vai te mostrar que não precisa de tanto. Às vezes, basta um bom código, um pouco de curiosidade — e PHP, claro.
Porque no fim das contas, inteligência não precisa ser artificial para ser aplicada.

Vinicius Dias
Daqueles que levam a máxima do escotismo para o código: sempre deixar mais limpo do que encontrou. Zend Certified Engineer, iMasters Certified Professional, formado em Tecnologia da Informação e pós-graduado em Arquitetura de Software — ou seja, coleciona selos de qualidade como quem coleciona figurinhas (mas só as que realmente colam). Com mais de uma década de experiência, já deixou seu rastro de código limpo em empresas ao redor do mundo. Atualmente, atua como Engenheiro de Software Sênior em uma empresa dos Estados Unidos, onde segue praticando o esporte de refatorar o que ninguém mais quis encarar. Além de programar, ensina: Vinícius comanda o canal Dias de Dev no YouTube, onde compartilha seu jeito direto, descomplicado e um tanto impaciente com maus hábitos de programação. Na CONFLOSS, Vinícius vem para provar que código bonito não é luxo — é respeito ao próximo.
#DEV
E aí, você está usando IA — ou só dizendo que está?
Vivemos cercados de Inteligência Artificial. Todo dia surge uma ferramenta nova, um SaaS milagroso ou um artigo prometendo revolucionar sua vida com cinco prompts. Mas… e você? Já está realmente usando IA — ou só assistindo os outros usarem?
Nesta palestra, vamos cortar o ruído e ir direto ao ponto:
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Como adotar Inteligência Artificial na sua vida pessoal e profissional sem depender da nuvem alheia;
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Como sua empresa pode usar IA sem entregar os próprios dados de bandeja para o mercado.
A resposta para tudo isso tem nome e sobrenome: tecnologias opensource. Porque soberania de dados não vem em plano Enterprise — vem com código aberto, comunidade e um pouco de curiosidade.
Os temas que vamos abordar sem firula:
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Opensource + IA — a dupla que permite inovação sem perder o controle;
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Ferramentas práticas — da automação simples ao processamento de linguagem natural;
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Soberania dos dados — afinal, informação vale ouro, e ouro não se entrega de graça.
No final, a ideia é clara: parar de apenas admirar a Inteligência Artificial e começar, de fato, a usá-la. Seja para automatizar seu dia a dia ou para tornar sua empresa mais competitiva.
Porque usar IA dos outros é fácil. Difícil — e mais inteligente — é ter a sua.

Fábio Silva
Entende de nuvem desde quando ela ainda era confundida com previsão do tempo. Especialista em Cloud e Arquiteto Sênior na SUSE Brasil, carrega 23 anos de experiência em tecnologia — e já dedicou uma década inteira ao fascinante esporte de organizar o caos digital. Atua como engenheiro de pré-vendas, costurando soluções em Linux, Kubernetes, segurança e containers com a precisão de quem já desenhou ambientes para empresas que não podem travar — inclusive órgãos governamentais, onde a paciência é requisito técnico. Fábio navega entre AWS, Azure e Google Cloud com a naturalidade de quem configura roteador antes do café da manhã. Mas sua bússola aponta sempre para o futuro: onde houver uma transformação digital precisando de rumo, ele estará lá, mapeando caminhos e descomplicando jargões.
#ROOT
A Magia dos Índices — Ou Como Fazer Seu Banco de Dados Correr Sem Perder o Fôlego
Imagine um banco de dados como uma imensa enciclopédia. Toda vez que alguém faz uma consulta, é como se abrisse o livro e começasse a folhear página por página, procurando a resposta. Agora, imagine que você pode colocar um índice — sim, como nos bons e velhos livros — e fazer com que essa busca seja direta, sem rodeios. É aí que a mágica acontece.
Nesta palestra, vamos falar de performance em bancos de dados — mas sem a ilusão de que existe almoço grátis. Índices são poderosos, mas mal utilizados podem transformar uma solução em um belo problema.
O conteúdo é inspirado em experiências reais (incluindo um artigo de sucesso no Medium) e em boas leituras, como a documentação oficial do MySQL, o livro High Performance MySQL e o indispensável Decifrando Arquiteturas de Dados.
Vamos percorrer juntos:
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Contexto e identificação de problemas — porque não existe otimização sem diagnóstico;
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Cenário de teste e implementação de índices — a prática antes da teoria aplicada no caos;
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Hora do deploy: o impacto da indexação — é aqui que a mágica vira resultado (ou não);
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Dicas e reflexões: o que fazer e o que evitar — porque nem todo índice é um bom índice;
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Modelagem de dados — a arte de organizar antes de acelerar;
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Arquitetura de dados e referências — para quem quer ir além da gambiarra.
Se você já sofreu com consultas lentas ou acha que performance é só “jogar hardware em cima”, esta palestra é o choque de realidade — com soluções práticas — que você estava precisando.
Porque banco de dados bom não é o que armazena muito. É o que encontra rápido.
#ETC
Metodologias ativas: um desafio na formação em tecnologia
Ninguém nasce CTO — e, no começo, todo terminal parece grego. Esta palestra é um convite para revisitar o processo de aprendizado técnico sob uma lente mais honesta: como, afinal, nos formamos como profissionais de tecnologia? A partir de minha experiência como professor na Etec Diadema, engenheiro de software e pesquisador da educação brasileira, proponho uma reflexão sobre a lacuna entre o que se ensina e o que se exige — entre o quadro negro e o quadro de vagas. Com base em pesquisas com alunos e metodologias ativas de ensino, vamos discutir como alinhar expectativas de quem entra na área com a realidade do mercado, e o que educadores e líderes podem fazer para que a formação técnica seja, de fato, transformadora.
Vamos percorrer juntos:
- Provocação inicial: Qual a pior coisa que você já ouviu em casa sobre estudar ou trabalhar com tecnologia?
- A educação técnica no Brasil: desafios, distorções e impactos reais
- Metodologias ativas em ação: exemplos práticos dentro e fora da sala de aula
- O déficit de profissionais em tecnologia — e o que podemos (de fato) fazer a respeito

Léo Sobral
Começou no código em 2014, com um curso técnico, e desde então foi escrevendo sua própria stack de experiências — passando por freelas, agências, bancos digitais e até pelos bastidores de sites de conteúdo adulto (porque bug não escolhe nicho).
Formado em Análise de Sistemas, já navegou por linguagens como PHP, Laravel, TypeScript, JavaScript, C++, e até Clojure — essa última só pra provar que gosta de desafios diferentes. Hoje, é professor na Etec JK (Diadema), engenheiro de software no PagBank, consultor de banco de dados e também escritor, contemplado pela Lei de Fomento à Cultura PNAB.
Apaixonado por cinema e literatura, Léo leva para a tecnologia a mesma visão que tem para a vida: diversidade de experiências não é distração — é combustível.
Na CONFLOSS, ele compartilha sua jornada para mostrar que tecnologia livre combina com repertório amplo, cabeça aberta e uma boa história pra contar.
#ETC
Quando o Zabbix, o Wazuh e o SOAR Entram Num Bar — E Saem Com Seus Dados Enriquecidos
Monitorar já não basta. É preciso entender, correlacionar e — se der tempo — agir. Nesta palestra em formato workshop, vamos mostrar como transformar eventos de segurança e dados de infraestrutura em algo que realmente faça sentido (e diferença) para as equipes.
A receita?
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Zabbix para infraestrutura,
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Wazuh para segurança,
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Shuffle para orquestração,
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GLPI para organizar a bagunça,
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E um tempero generoso de Inteligência Artificial (tanto das nativas, com Machine Learning, quanto das generativas, para dar aquele toque de “insight”).
O objetivo é simples: enriquecer os dados antes de entupir as equipes com tickets sem contexto. Porque ticket sem contexto é como sirene sem motivo: só serve para irritar.
Os tópicos que vamos cobrir:
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Zabbix e Wazuh — um casamento de conveniência entre infra e segurança;
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SIEM, XDR e SOAR — o alfabeto completo da defesa cibernética;
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Generative AI e Machine Learning — não é mágica, mas ajuda a parecer;
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GLPI — onde tudo se transforma em tickets compreensíveis e acionáveis;
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Integração e automação com Shuffle — a mão invisível que conecta tudo.
Ao final, você verá como uma stack 100% open source pode atender demandas executivas com tecnologia de ponta — e, melhor ainda, sem depender de soluções que custam mais do que protegem.
Porque segurança não é só reagir: é orquestrar, enriquecer e, de preferência, automatizar.

Paulo Roberto Deolindo Junior
É daqueles que não deixa passar um alarme em branco. Zabbix Trainer na Unirede e promotor da Segurança da Informação e Cibernética, sua especialidade é garantir que o que deve funcionar, funcione — e que o que não deve, nem tente. Entre métricas, monitoramento e protocolos, Paulo combina didática e vigilância digital com a naturalidade de quem sabe que prevenção é sempre mais barata (e menos traumática) do que apagar incêndio depois. Na CONFLOSS, Paulo vem mostrar que segurança não é só firewall e senha forte: é cultura, atenção e muita paciência para explicar o básico quantas vezes for preciso.
#DEV
Apache Zeppelin — Um Laboratório Open Source Para Quem Não Tem Medo de Dados
Se antigamente cientista trabalhava em laboratório com jaleco e pipeta, hoje ele abre um notebook — e não estou falando do de capa prateada. Nesta palestra, vamos explorar o Apache Zeppelin, uma ferramenta open-source que faz da análise de dados uma experiência interativa, colaborativa e (pasmem) prazerosa.
O Zeppelin não é só mais um caderno digital: é um laboratório completo onde se mistura Python, R, SQL, Scala e até café, se for preciso, para transformar números em insights. Ideal para quem quer visualizar dados em tempo real, documentar análises sem planilhas tristes e, melhor ainda, compartilhar descobertas sem precisar de um PowerPoint para cada reunião.
O que vamos abordar:
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Conceitos gerais do Apache Zeppelin — sem rodeios, direto ao que importa;
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Principais Interpreters — porque cada linguagem tem seu charme (e seu caso de uso);
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Demonstração prática — exemplos reais de análise de dados, porque teoria sem prática é só palestra bonita.
Além disso, veremos como o Zeppelin se integra com gigantes como Spark e Hadoop, mostrando que open-source também joga no time das ligas grandes.
Se você procura um laboratório digital para experimentação e análise de dados que respeite sua liberdade e sua inteligência, o Zeppelin é a sua bancada.
Porque ciência de dados não precisa ser feita às escuras. E, de preferência, sem licença proprietária pendurada no pescoço.
#BIN
The Tahopen Project – Universal Business Intelligence Platform — ou Tahopen, o BI Libertado: Uma Plataforma Universal Open Source
SQuando o Pentaho fechou a janela, o Tahopen escancarou a porta. Nesta palestra, vamos conhecer essa plataforma de Business Intelligence open-source, nascida como fork do Pentaho 10.1, em resposta à sua migração para a Business Source License. O Tahopen preserva o que havia de melhor no BI clássico e adiciona uma pitada de liberdade: mais flexível, mais acessível, mais nosso. Vamos mergulhar nas funcionalidades, na filosofia por trás do projeto e entender por que o Tahopen se apresenta como uma alternativa universal — sem amarras nem mensalidades — para quem precisa transformar dados em decisões. E, claro, quem quiser chegar junto, contribuir, opinar ou codar, será muito bem-vindo.
O que vamos abordar:
- O que é o Tahopen: uma plataforma de Business Intelligence de código aberto
- De onde veio: fork do Pentaho 10.1 após sua mudança de licença
- Pra que veio: manter a essência do BI com liberdade e flexibilidade
- O que faz: dashboards, relatórios, integração de fontes e exploração de dados
- Por que importa: alternativa colaborativa, escalável e sem barreiras para análise de dados
- Como participar: contribuições com código, ideias ou testes são bem-vindas — aqui, todo mundo é stakeholder

Marcio Junior Vieira
Já fazia Open Source antes de ser “cool” e muito antes do LinkedIn inventar buzzwords para isso. Com 25 anos de estrada em informática, acumula experiência em desenvolvimento, análise de sistemas de gestão empresarial e, claro, ciência de dados — porque dar sentido a planilhas intermináveis virou esporte profissional. CEO da Ambiente Livre, atua como Cientista de Dados, Engenheiro de Dados e Arquiteto de Software — um combo que só assusta quem nunca viu dados de verdade. É também professor nos MBAs de Big Data, Data Science, Inteligência Artificial e Business Intelligence da Universidade Positivo e da FIAP, onde tenta provar que algoritmo não é bicho-papão. Pesquisador pelo UFG/CIAP, trabalha para aplicar IA em políticas públicas — ou seja, tentando ensinar máquinas a fazerem o que os humanos às vezes esquecem. Marcio é militante do Software Livre desde 2000, com uma longa trajetória de consultoria, treinamento e contribuições em projetos internacionais como Pentaho, LimeSurvey, SuiteCRM e Camunda. Seja em eventos como FISL, TDC, Latinoware, Campus Party ou no Pentaho Day (que ajudou a organizar), Marcio segue cumprindo sua missão: mostrar que liberdade, no mundo do software, não é utopia — é boa prática.
#BIN
Minha IA, Minhas Regras — Como o OnlyOffice Te Devolve o Controle
Inteligência Artificial está em todo canto, mas quem define as regras quase nunca é você. Nesta apresentação, vamos falar sobre como o OnlyOffice oferece uma alternativa: uma plataforma onde você escolhe o assistente de IA, o modelo, a tarefa — e ninguém mexe no seu queijo.
Aqui, IA não vem embutida em contratos obscuros nem limitada a um único provedor. É você quem decide como, onde e com qual IA trabalhar, seja ela local ou remota, simples ou complexa.
Os pontos-chave:
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OnlyOffice e sua abordagem de IA — liberdade de integração e personalização;
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Office com IA sob medida — escolha o assistente e o modelo para cada necessidade;
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Interface dedicada — uma aba de IA para centralizar e facilitar sua vida (sem mistérios).
Se você cansou de inteligências artificiais com dono e quer uma ferramenta que joga no seu time, o OnlyOffice é a escolha natural.
Porque no fim das contas, se a IA vai trabalhar pra você, as regras também deveriam ser suas.

Klaibson Natal Ribeiro Borges
Ele começou pela Administração de Empresas, mas logo descobriu que sua verdadeira vocação era organizar, ensinar e — claro — disseminar Software Livre. Especialista em Gerência de Projetos em TI e Ensino em Educação Tecnológica e Profissional, ele traduz complexidade em didática com a naturalidade de quem monta eventos e escreve tutoriais como quem respira. Membro ativo da comunidade brasileira de Software Livre desde 2007, é presença constante em eventos como Flisol, Moodle Moot, Latinoware e outros encontros onde o Libre é mais do que filosofia: é prática. Colabora com o projeto OnlyOffice, ajudando a traduzir artigos, materiais e — mais importante — conceitos. Porque falar de Software Livre no Brasil exige mais do que saber: exige paixão, paciência e uma boa dose de insistência. Na CONFLOSS, ele chega com uma missão clara: compartilhar, traduzir e mostrar que liberdade no software não é um luxo — é um direito.
#ROOT
A Próxima Fronteira dos Dados — Vetores, Semântica e o Mundo Além do Textual
Texto é bom, mas entender o significado por trás dele é outra conversa. Nesta palestra, vamos atravessar a fronteira dos dados tradicionais e mergulhar no universo dos bancos de dados vetoriais — onde a busca não se limita a palavras, mas alcança conceitos, contextos e até… intenções.
Com exemplos reais e aplicações práticas, vamos explorar:
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Como vetores estão revolucionando a forma de organizar e buscar informações;
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Por que a semântica virou peça-chave para IA generativa, buscas inteligentes e sistemas de recomendação;
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O papel do Weaviate — um banco de dados vetorial open-source que faz essa mágica acontecer (sem truques).
Os tópicos:
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Conceitos fundamentais de bancos vetoriais — o bê-á-bá de quem quer pensar além do textual;
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Casos de uso reais — da recomendação de produtos à busca por significado (literalmente);
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Por que vetores são essenciais para IA moderna — e não apenas mais um hype passageiro;
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Weaviate em ação — para quem quer ver teoria virando código.
Se você ainda acha que buscar “palavra-chave” é suficiente, esta palestra vai expandir sua visão — e seus dados.
Porque no final, quem entende vetores, entende o que os outros ainda estão tentando procurar.

Duda Nogueira
Coleciona décadas de experiência com Software Livre — o suficiente para saber que “liberdade” no código custa trabalho, mas vale cada linha. Hoje, é community tech support (e ninja) na Weaviate, banco de dados vetorial especializado em Inteligência Artificial, usado por empresas mundo afora. Entre uma dúvida técnica e outra, Duda equilibra paciência e ironia, traduzindo conceitos cabeludos em respostas compreensíveis — sem perder o humor (nem o prazo). No CONFLOSS, Duda vem para mostrar que comunidade não é só fórum e FAQ: é gente que faz, ensina e defende que tecnologia livre é, acima de tudo, tecnologia de verdade.
#ETC
Hardware Hacking — Porque Nem Só de Software Vive a Insegurança da IoT
Comandar lâmpadas pelo celular? Abrir portão com a voz? Monitorar a fábrica do outro lado do mundo? A Internet das Coisas (IoT) nos trouxe tudo isso — e, de brinde, trouxe também uma nova coleção de vulnerabilidades.
Nesta palestra, vamos falar do lado menos glamouroso (e mais realista) da IoT: a segurança dos dispositivos. Porque nem só de senhas fracas vive o perigo — às vezes, o problema está no próprio hardware.
O papo vai passar por:
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O panorama da IoT — do aspirador de pó à indústria 4.0 (todos conectados, nem todos seguros);
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O que é Hardware Hacking — e por que você deveria se importar antes de virar alvo;
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Dispositivos físicos usados em ataques — sim, existem ferramentas próprias para “abrir” o que era pra estar fechado;
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Dicas para analisar (e defender) seu sistema IoT — o básico que ninguém deveria ignorar;
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Tópicos essenciais para entender a camada física — porque segurança de verdade começa antes do login.
Se você achava que a maior ameaça da IoT era ficar sem internet, esta palestra é um convite para rever conceitos.
Porque quando tudo está conectado, o elo mais fraco vira entrada principal.

Gedeane Gomes Da Silva Kenshima
Ensina máquinas a se comportar — e faz o mesmo com alunos. Professora na FIAP (Defesa Cibernética) e na Etec Jorge Street (Mecatrônica e Mecânica), ela traduz automação e controle para quem ainda acha que Arduino é nome de pet. Autora de três livros sobre o tema — Nas linhas do Arduino, Arduino Fashion Geek e Nas linhas do Arduino Plus — Gedeane tem um talento especial: mostrar que tecnologia e criatividade podem, sim, andar juntas (e bem vestidas). Doutoranda em Engenharia Elétrica e Computação, mestre, engenheira e técnica na área de Automação e Controle, ela segue desmistificando a tecnologia com a paciência de quem já viu muita gambiarra ser promovida a “solução criativa”. Na CONFLOSS, Gedeane vem mostrar que hardware, software e bom gosto não precisam ser universos paralelos.
#ROOT
Inspecionando pacotes RPM
No Linux, até o que parece mágica é, na verdade, só um arquivo bem embalado. Nesta palestra, vamos abrir a caixa dos pacotes RPM sem medo de estragar o lacre. Com o comando rpm e suas muitas faces, você aprenderá a consultar metadados, verificar scripts ocultos e espiar os bastidores da instalação e remoção de softwares. E, para mostrar que teoria boa é teoria aplicada, trago um estudo de caso real: como inspecionar pacotes me ajudou a resolver um problema cabeludo com o Zabbix Agent na hora da inicialização. Um convite prático a quem quer deixar de apenas instalar e passar a entender.
Tópicos
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Introdução ao universo dos pacotes RPM
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Consultas a pacotes instalados e ainda não instalados
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Inspeção de conteúdo, metadados e scripts internos
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Como extrair o conteúdo de um pacote sem instalá-lo
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Estudo de caso: debug de inicialização do Zabbix Agent usando
rpm
#DEV
SELinux — O Recurso que Todo Mundo Desliga (e Depois se Arrepende)
O SELinux é aquele recurso do RHEL que, invariavelmente, muita gente desativa no primeiro erro de permissão. E com razão: ele não se explica direito. Mas nesta palestra, a ideia é acabar com essa relação de amor e pânico — ou pelo menos ensinar você a desabilitar com consciência.
Vamos entender o que é, para que serve e como lidar com o Security Enhanced Linux sem cair na tentação do setenforce 0.
O roteiro da conversa:
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Breve histórico — para saber de onde veio essa “pedra no sapato” (e por que ela existe);
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DAC e MAC — controle de acesso não é tudo igual, e o SELinux faz questão de lembrar disso;
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Vantagens reais — porque sim, ele tem utilidade (embora não pareça no começo);
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Modos e Políticas — permissivo, enforcing ou desativado: qual o menos pior pra você?
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Comandos básicos — sobrevivência 101 no mundo do SELinux;
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Contextos e Booleanos — a parte que confunde, mas que você vai dominar;
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Autorização de portas não padrão — porque nem sempre a vida segue o default;
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Logs e Troubleshooting — onde estão as respostas (e os desespero também);
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Dicas e Recomendações — pra você não precisar desabilitar logo de cara.
No fim, a verdade: SELinux não substitui boas práticas de segurança — mas pode ser um excelente escudo (se você souber usá-lo). Senhas fortes, atualizações e firewalls continuam valendo, ok?
Porque no fundo, o problema nunca foi o SELinux. Foi a pressa em não entendê-lo.

Emanuel Baptista Haine
Especialista em Linux, certificado em Red Hat (RHCA) e LPIC-2, ele sabe que um bom administrador de sistemas é aquele que ninguém percebe que está lá — porque tudo funciona. Com mais de 5 anos de experiência, já projetou, implementou e otimizou soluções baseadas em Linux para quem achava que “open source” era sinônimo de “vai dar trabalho”. Spoiler: não é (se souber fazer direito). Fora do expediente, troca a rotina pelos desafios de segurança cibernética nos jogos Capture The Flag (CTF), onde praticar resolver problemas é mais divertido do que deveria ser. Como palestrante, compartilha experiências sobre Linux, automação e segurança com a calma de quem já viu kernel panic de perto e sobreviveu. No CONFLOSS, vem lembrar que automatizar não é apertar botões — é saber por que apertar (e quando).
#DEV
O Impacto do Open Source na Sua Carreira — Ou Como Escrever Código e Ser Notado Sem Pedir Permissão
No mundo do Open Source, ninguém vai te dar um crachá… mas todo mundo pode ver seu trabalho. Para quem está começando (ou recomeçando), contribuir com projetos abertos é uma das formas mais inteligentes de aprender, ser notado e crescer na carreira — e isso não vale só para programadores.
Nesta palestra, vamos falar sobre como o código aberto:
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Te dá a chance de resolver problemas reais, ao invés de ficar preso em exercícios inventados;
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Permite que você aprenda diretamente com quem criou o projeto (ou com quem já errou muito nele);
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Cria oportunidades de networking verdadeiro — daquele que pode te levar à vaga dos sonhos, sem precisar de coffee breaks forçados.
Tópicos abordados:
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Carreira — como o Open Source acelera seu desenvolvimento profissional (e pessoal);
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Networking — conhecer gente boa, de verdade, e não só no LinkedIn;
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Colaboração como diferencial — mostrar o que você sabe fazer sem esperar ser chamado;
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Aprendizado prático — porque teoria demais cansa.
No fim, Open Source é simples: você aprende, contribui, cresce — e tudo isso sem depender de convite ou carimbo.
Porque em um mundo cheio de muros, o Open Source ainda é uma das poucas portas abertas.

Crisciany Souza
Desenvolvedora de software, mas poderia ser facilmente chamada de conectora oficial de gente que faz. Participante ativa de eventos de tecnologia, ela não perde a oportunidade de trocar ideias, aprender e — claro — compartilhar. Fundadora da comunidade PHP Manaus, Crisciany acredita que tecnologia se constrói em rede: com pessoas, com colaboração e com aquela energia boa de quem quer fazer junto. Para ela, cada evento é uma chance de abrir portas e encurtar distâncias, seja no código ou no mundo real. Na CONFLOSS, Crisciany vem para lembrar que comunidade não se cria sozinha — e que programar é, antes de tudo, uma forma de se conectar.
#ETC
Python, POO e a Missão (Nada Impossível) de Ensinar Programação em Sistemas de Informação
Ensinar Programação Orientada a Objetos para alunos dos períodos iniciais de Sistemas de Informação é um desafio digno de heróis — ou, no mínimo, de muita paciência. Nesta apresentação, vamos contar como o Python, com sua simplicidade e clareza, virou aliado nessa jornada.
O objetivo é compartilhar a experiência prática de quem enfrentou de frente:
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As dificuldades de ensinar conceitos abstratos a alunos que, muitas vezes, ainda estão se entendendo com variáveis;
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A proposta metodológica adotada, com uma abordagem de 8 passos, pensada para tornar POO algo mais palpável (e menos traumático);
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As práticas de exercícios que deram certo (e as que ensinaram mais pela dor);
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E, claro, os resultados encontrados, tanto na aprendizagem quanto na batalha contra a temida evasão nos cursos de Tecnologia.
Tópicos abordados:
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Evasão nos cursos de Tecnologia — porque não basta ensinar, tem que fazer ficar;
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Proposta Metodológica — teoria com os pés no chão (e no laboratório);
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Abordagem de 8 passos — um mapa para não se perder no caminho da abstração;
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Resultados encontrados — o que funcionou, o que surpreendeu e o que ainda precisa melhorar.
No fim, ensinar POO é como programar: exige paciência, refatoração constante e, às vezes, um pouco de fé. Mas com as ferramentas certas — e um pouco de Python — a missão deixa de ser impossível.
Porque quem ensina a programar, no fundo, está programando futuros.

Tiago Bacciotti Moreira
Tem mais diplomas do que a parede comporta: Administração, Contábeis, Análise de Sistemas, Licenciatura em Computação, Letras-Inglês, sem esquecer as especializações em Redes, Engenharia de Software, EAD, Ciências da Educação, Mestrado em Educação e um doutorado recém-saído do forno. Tudo isso enquanto trabalha com TI há mais de 25 anos — porque teoria é boa, mas prática é o que segura a bronca. Ao longo da carreira, já foi de tudo um pouco: analista de sistemas, desenvolvedor, gerente de projetos, instrutor e — sua verdadeira vocação — professor. Atuou nos setores de telecomunicações e bancário, lidando com Oracle, PL/SQL, Java e Linux, sempre com o mesmo mantra: resolver antes de complicar. Sua pesquisa de mestrado explorou a gamificação na educação, com direito a temporada de estudos na Universidad de Salamanca, Espanha. No doutorado, foi mais longe ainda, ampliando horizontes pela Universidad Nacional de Rosário e pela UDS (Assunção). Na CONFLOSS, Tiago traz a bagagem de quem acredita que conhecimento não é para ser guardado: é para ser usado, compartilhado e, de preferência, com um toque de humor.
#ETC
Android RATs — Quando o Malware Cabe no Seu Bolso (e Você Nem Percebe)
Celulares deixaram de ser apenas telefones há muito tempo. Hoje, são agendas, bancos, redes sociais, controle remoto da vida. E é exatamente por isso que eles se tornaram alvos perfeitos para um tipo muito específico de ameaça: os Android RATs (Remote Access Trojans).
Nesta palestra, vamos abrir a caixa-preta do malware no Android, explicando:
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Como esses trojans funcionam,
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O que eles podem fazer com o seu aparelho (e com seus dados),
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E, claro, como se proteger antes de virar estatística.
Mesmo quem acha que “não tem nada a esconder” vai descobrir que segurança da informação não é só um luxo corporativo, mas uma necessidade do dia a dia.
Tópicos abordados:
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O que são Android RATs — e por que você deveria se preocupar;
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Principais vetores de ataque — do app pirata ao link inocente;
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Impactos e danos reais — privacidade, finanças e reputação no mesmo pacote;
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Boas práticas de segurança — simples, mas ignoradas até hoje.
Porque no fim, seu celular é uma extensão da sua vida. E todo trojan sabe disso.

Oscar Marques
Lida com (in)segurança da informação — porque no fundo ele sabe que segurança absoluta só existe no marketing. Seu dia a dia é identificar brechas, corrigir desvios e, sempre que possível, ensinar que prevenir é mais barato do que remediar (ou apagar incêndio digital). Com olhar crítico e humor ácido, Oscar navega entre firewalls, políticas de acesso e aquele eterno cabo de guerra entre agilidade e proteção. Para ele, segurança da informação não é um produto: é uma cultura, construída aos poucos, uma boa prática por vez. Na CONFLOSS, Oscar vem para desmistificar a (in)segurança e lembrar que, em tecnologia, a única certeza é que tudo pode ser melhor protegido — inclusive o bom senso.
#ROOT
PostgreSQL e Suas Camadas de Segurança — Porque Acesso Não Pode Ser Livre-Para-Todos
Banco de dados é como cofre: não basta ter senha, precisa ter critério. Nesta palestra, vamos explorar as várias camadas de segurança de acesso no PostgreSQL, aquele SGBD que todo mundo ama pela robustez, mas que nem sempre configura direito.
De fora pra dentro (e de dentro pra fora), vamos falar de:
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Host-Based Authentication (HBA) — o primeiro porteiro da casa;
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Roles e Grants — quem pode o quê (e por quê);
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Default Privileges — porque permissões não são para serem esquecidas no default.
A ideia é mostrar, de forma prática, como essas camadas se complementam para garantir que só acesse quem deve, e só veja o que pode.
Tópicos abordados:
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Administração e segurança no PostgreSQL — configurando com critério e não só por inércia;
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Controle de acesso eficiente — sem complicar, mas sem abrir brechas;
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Boas práticas de gestão de permissões — o básico que evita sustos.
Porque no fim das contas, a segurança do seu PostgreSQL não deveria depender da sorte. Mas de boas configurações.
#DEV
Locks no PostgreSQL — Como Entender (e Destravar) o Que Anda Prendendo Seu Banco
Nada mais frustrante do que um banco de dados travado — exceto, talvez, não saber por que ele travou. Nesta palestra, vamos mergulhar no sistema de gerenciamento de locks do PostgreSQL, entendendo como ele funciona, onde moram as contenções e, principalmente, como usar tudo isso a seu favor (sem perder a paciência).
A proposta é simples: transformar o mistério dos locks em ferramenta de trabalho.
Tópicos que vamos explorar:
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Locks no PostgreSQL — o que são, como funcionam e por que são inevitáveis;
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Contenções — onde e por que acontecem (e como não deixar que virem gargalo);
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Boas práticas de gerenciamento — para garantir que seu banco continue fluindo, sem trancar a porta à toa.
No fim, entender locks é como entender trânsito: eles existem, mas com o gerenciamento certo, não precisam virar congestionamento.
Porque banco parado, no fundo, é falta de diálogo — e de configuração.

Lucio Chiessi
Do time que prefere resolver problema antes que vire pane. DBA, DevOps e Programador — nessa ordem ou ao mesmo tempo, dependendo do incêndio. Hoje, ocupa o posto de Staff DBA na Trustly Inc., lidando com dados que não cabem nem na imaginação de quem lê este site. Acumula experiência em Banco de Dados, Servidores (FreeBSD, Linux, Windows — ele não tem preconceito, só preferência) e sistemas onde missão crítica não é expressão de marketing, é realidade do dia a dia. PostgreSQL é seu habitat natural: ele já implantou, afinou e salvou bancos para empresas que vivem de transações, não de teorias. Além disso, é veterano de guerra com Zabbix e Bacula, ferramentas que ele ensina, pratica e evangeliza. Foi professor do Curso de Extensão em PostgreSQL na UERJ, porque quem sabe faz e quem sabe muito… também ensina. Palestrante de PGConf, PHP Conference Brasil, ConFLOSS e outros campos de batalha, Lucio é o tipo de DBA que não fala só de índices e queries — ele conta histórias de bastidores, onde cada “select *” mal colocado já foi uma pequena tragédia grega (ou seria latina?).
#ROOT
DuckDB, Python e a Nova Maneira de Analisar Dados (Sem Precisar de Cluster pra Tudo)
Em um mundo onde bancos de dados parecem exigir servidores, clusters e orações para funcionar, surge o DuckDB: um banco analítico embutido, direto, que faz questão de ser simples — e rápido. Nesta palestra, vamos explorar como o DuckDB está mudando a forma de fazer análise de dados, sem complicar o que deveria ser prático.
Ideal para analistas, cientistas de dados e profissionais de TI que querem resultados sem travar a máquina (ou o chefe), a apresentação vai cobrir:
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História e Evolução do DuckDB — de onde veio, por que foi criado e qual dor ele resolve (melhor do que muito nome famoso por aí);
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Conceito e Arquitetura — o segredo por trás de um banco de dados pequeno no tamanho, mas grande em eficiência;
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Aplicações Práticas — integração com Python e outras ferramentas de análise, com exemplos reais de quem já trocou clusters gigantes por algo mais… ágil.
Tópicos abordados:
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DuckDB — o banco analítico embutido que você precisa conhecer;
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Python — a dupla perfeita para análises rápidas e eficazes;
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Banco de Dados — sem buzzwords, só o que funciona.

Danilo Oliveira Santos
Vive entre dados, queries e pipelines — mas nunca esquece que, no fim das contas, é gente que precisa entender o que sai do outro lado. Especialista em engenharia de dados, domina ferramentas como SQL, Azure, Datafactory, Databricks, Spark, Python e Power BI. Traduzindo: ele organiza o caos digital para que a informação faça sentido. Além da prática, Danilo também é professor de Banco de Dados, Computação e Tecnologias Digitais, onde transforma tabelas e processos em conhecimento aplicável — sem jargões desnecessários e com didática de quem sabe que todo “big data” começa com um “pequeno entendimento”.
#DEV
Foreman, o projeto (Upstream) do Red Hat Satellite
Tópicos abordados:
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A diferença entre a comunidade e o produto: Foreman vs Red Hat Satellite
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Quando um plugin vale por dois: Foreman + Katello e o poder da parceria
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Funcionalidades que não pedem subscrição (nem licença para funcionar)
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Como brincar de Satellite… sem satélite nem mensalidade
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Upstream não é só uma palavra chique, é onde a liberdade mora

Waldirio Manhaes Pinheiro
Conhece a computação por dentro e por baixo — de sistemas a subsuperfícies. Principal Software Maintenance Engineer, ele vive entre pacotes, atualizações e aquele famoso mantra: se não quebrou, é porque alguém como ele já consertou antes. Sua trajetória passa pela IesBrazil Consultoria, onde foi Diretor Técnico, e se estende desde 1999, sempre orbitando infraestrutura, suporte e ambientes críticos. No bolso, traz certificações da Sun Microsystems (SCSA, SCNA), LPI e Red Hat (RHCA), mas o currículo vai além: é bacharel em Ciência da Computação, com extensão em Geofísica do Petróleo, pós-graduação em Geologia do Petróleo e Gás e, pra não deixar a criatividade de lado, também em Animação e Modelagem 3D. Na prática, é o elo entre a estabilidade e a inovação, mantendo sistemas vivos sem perder o olhar crítico — e curioso — de quem entende que até rocha tem suas camadas. Além dos bastidores técnicos, Waldirio é um criador de conteúdo dedicado a compartilhar conhecimento de forma acessível e prática, seja em vídeos, artigos ou tutoriais, sempre com foco em devolver à comunidade aquilo que aprendeu na vida real.
#ROOT
Provisionando um cluster Openstack utilizando AWS, Terraform e Ansible
Nesta palestra técnica e direta ao ponto, Waldemar Dibiazi Junior mostra como construir, de forma automatizada, um ambiente de prova de conceito do OpenStack em infraestrutura provisionada na AWS. Unindo a robustez do Terraform com a flexibilidade do Ansible, a apresentação cobre desde a criação dos recursos em nuvem até a configuração inicial dos nós do cluster. Tudo com foco prático, clareza e precisão — marca registrada de quem conhece os bastidores da computação em nuvem, redes e virtualização.
Tópicos abordados:
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Arquitetura de um cluster OpenStack para PoC
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Uso do Terraform para provisionamento de infraestrutura na AWS
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Automação da configuração dos nós com Ansible
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Boas práticas em projetos de nuvem privada
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Lições aprendidas com OpenStack na vida real

Waldemar Dibiazi Junior
Engenheiro de Computação, especialista em redes e virtualização, certificado RHCSA, RHCE e OpenStack (Red Hat). Atua na Prorede Telecom (Ribeirão Preto – SP) e tem larga experiência em projetos de clusters, redes, monitoramento e nuvem privada (AWS e OpenStack).
#ETC
Você não precisa ser fluente, precisa ser relevante
Fluência é importante, mas não é passaporte. O que abre portas (e contas em moeda forte) é saber resolver problemas — com clareza, agilidade e impacto. Nesta palestra, vamos desmontar o mito da fluência como obstáculo e entender por que muitos profissionais, mesmo longe do inglês perfeito, estão conquistando vagas e contratos em dólar, euro e libra. Não é sobre falar como nativo, é sobre entregar como profissional.
Tópicos abordados:
- Como sair do ciclo “estuda inglês → espera fluência → nunca aplica”
- Técnicas para se comunicar com segurança mesmo com inglês intermediário
- Casos reais de brasileiros contratados com inglês funcional
- Como provar sua relevância sem depender do idioma
- O papel da reputação, portfólio e networking como catalisadores globais

Ricardo Coelho
É cientista da computação pela UFMA e um dos raros casos em que “cloud” e “comunidade” cabem na mesma frase sem soar como buzzword. Investidor, desenvolvedor especialista em Cloud e Blockchain, também integra o Speakers Bureau da Cloud Native Computing Foundation — porque falar é fácil, mas contribuir com propósito é outro nível. Serial Community Founder, participou da criação de grupos como Cloud Native São Luís, PHP-Maranhão, GDG São Luís, Agile Maranhão, Meta Maker, Investidor Pro e Blockchain São Luís. Se a comunidade não existia, Ricardo criava. Simples assim. Com mais de 25 anos de experiência entre desenvolvimento e docência, representa o Maranhão em eventos pelo Brasil e pelo mundo — inclusive em todas as edições da CONFLOSS, onde é presença garantida no palco e nas ideias. Além do currículo robusto, carrega algo ainda mais raro no meio tech: generosidade. Quando viaja, sempre lembra dos amigos e volta com algum presentinho na mochila — gesto pequeno, mas que diz muito sobre quem é. Ricardo é do tipo que constrói pontes, compartilha sem medo e acredita que tecnologia livre só faz sentido com espírito livre. Atua como consultor independente, defendendo a integração entre governo, mercado e academia, e é especialista em sistemas de segurança da informação, auditor certificado NBR ISO/IEC 27001 e perito forense digital — porque quem entende de sistema precisa saber onde ele quebra (e como evitar que quebre de novo).
#ETC
Memories: 30 Anos de Software Livre — No Brasil (e no Mundo), On the Road to Fullstac
Se você acha que matemática e software livre não combinam, é porque ainda não cruzou com Ole Peter Smith. Dinamarquês de nascimento, goiano por escolha e programador por pura curiosidade científica, ele transforma três décadas de história digital em uma verdadeira viagem entre continentes, códigos e cafés passados.
A história começa no frio da Europa, passa por servidores na DTU e aterrissa em Iporá, Goiás, onde Ole trocou a geada pelo calor humano da sala de aula. Professor, engenheiro, otimista estrutural e poliglota de linguagens — de LaTeX a C++, passando por Python, TikZ, JavaScript (com certa má vontade) e até um pouco de SVG — ele faz da matemática uma ponte entre a precisão e o improviso.
Frequentador assíduo de eventos como FLISOL, ConFLOSS e Latinoware, Ole virou figura conhecida nas comunidades. Seja no palco ou na plateia, está sempre pronto para compartilhar conhecimento, ouvir histórias ou puxar assunto com um comando no terminal. E quando o evento se aproxima do fim, com os estandes desmontados e o café já morno, ele celebra do jeito mais inesperado: com um sorriso no rosto, sotaque forte e o Hino Nacional da Dinamarca na ponta da língua, cantado em voz alta, com entusiasmo de quem sabe que liberdade também se entoa.
Entre suas paixões está o SMTC, Show Me The Code, um sistema que ele mesmo desenvolveu para colocar lado a lado aquilo que mais ama: fórmulas matemáticas, visualizações gráficas e trechos de código. É nele que ganham vida suas curvas da bosta e outras experiências frenéticas que misturam geometria, derivadas, cicloides e, sim, muita diversão com LaTeX e SVG. Tudo feito por puro prazer, sem pensar no usuário final, porque segundo ele, o melhor sistema é aquele que não tem usuário. E a melhor aula, a que não tem aluno.
Traga sua dúvida, seu bloco de anotações e, se possível, um pouco de espírito experimental. Porque essa estrada — On the Road do Software Livre — tem 30 anos de pista, algumas curvas inesperadas e um motorista com sotaque viking que ainda está acelerando.

Ole Peter Smith
Dinamarquês por origem, matemático por formação e professor por vocação. Mestre em Engenharia com especialização em Matemática e Mecânica Analítica pelo Department of Mathematics da Technical University of Denmark (MAT, DTU), onde também concluiu seu PhD em Otimização Estrutural — o que é só uma forma elegante de dizer que ele entende mais de cálculo do que muita calculadora. Foi administrador de sistemas na mesma instituição, até que decidiu trocar o frio nórdico pelo calor de Iporá, Goiás — onde ensinou, coordenou e organizou a informática em praticamente todas as siglas locais: UEG, FAI e tudo mais que envolvesse alunos, computadores e uma boa equação. Desde 2009 é Professor Associado no Instituto de Matemática e Estatística da UFG, onde passeia com desenvoltura por áreas como Mecânica Quântica, Análise Numérica, Geometria Computacional e outras ciências onde os números se comportam — ou, pelo menos, tentam. Poliglota de linguagens, fala fluentemente Perl, PHP, Python, JavaScript, C/C++, LaTeX, TikZ e — dizem — até com computadores antigos. Quando não está ensinando, está escrevendo, desenhando equações, otimizando estruturas ou simplesmente atualizando seu website, que também é um pouco biblioteca, um pouco laboratório.
PAINEL DE ENCERRAMENTO + SORTEIOS
Software Livre dá Lucro? — Liberdade, Sustentabilidade e Negócio
Encerrando a ConFLOSS 2025, vamos direto ao ponto que incomoda, provoca e (finalmente) começa a render:
Software Livre pode — e deve — gerar valor. Mas qual valor? Para quem? A que custo?
📌 É possível manter a liberdade e ainda assim faturar?
📌 Como equilibrar comunidade, ética e modelo de negócios?
📌 Que cases brasileiros mostram que FLOSS pode ser sustentável — e rentável?
Reunimos vozes experientes do ecossistema para um debate franco, ao vivo e com participação do público. Um painel sem licença proprietária, mas com propriedade no argumento.
📅 Última atividade da ConFLOSS 2025
💻 100% online, com interação em tempo real
🎁 E sim: também teremos sorteios especiais para quem acompanhar ao vivo
Porque defender liberdade digital é bom — mas conseguir pagar o servidor no fim do mês também é.
📢 Fique por dentro — antes que vire commit público.
As melhores condições, cupons promocionais e vantagens exclusivas chegam primeiro na caixa de entrada de quem está na nossa lista.
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